Ooooooooooooolá!
Após um início promissor, eis que as ganas me abandonaram de novo e desbloguei para a vida. Quando penso num blogue interessante, visitável e 'seguível', não imagino deixar os meus leitores à espera mais de um mês. Não prometo que não torne a acontecer.
Mina Wood é uma mulher. As mulheres têm o poder, disse-me um amigo. É verdade. A mulher domina, a mulher sente intensamente, a mulher não perdoa. Ser mulher e estar de bem com a vida é uma fracção de tempo que tem que ser por demais aproveitada.
Mina Wood está em paz. Mina Wood tem o coração apertado pela consequência de alguns (significativos) anos de intimidade, trabalho, partilha, conhecimento e tolerância. Acabou. E com o fim de uma relação, são as coisas boas que devem ficar, mas coisa boa não é o amor, paixão ou satisfação carnal. O que fica é o que fomos, individualmente, o modo como encarámos o que cada dia tinha para nós, a gestão de sentimentos, de tempo e de intensidade.
O consolo procura-se nas coisas que nos foram dadas, no outro membro da equação. Na verdade, não é o consolo que nos faz seguir de bem com o universo. Não é o que o outro foi que me interessa...não foi ele que trabalhou para o que aconteceu. Foi Mina Wood. Eu, que tenho em mim o poder de ser, não ser e voltar a ser de novo. Eu, que só desejo que a dor física passe o quanto antes, que a agonia do coração (mero orgão de sobrevivência) não vença o que me vai no cérebro, local privilegiado para pensar, sentir, agir e concretizar tudo aquilo que eu quero.
Mina Wood amou com a cabeça, não com o coração. Por isso resultou(?), por isso sou quem sou e estou em mim.
Até breve...
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