segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ribeiro Frio e a truta

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(Gíria) Gozar, desfrutar com grande prazer de algo, apreciar em alto grau, aproveitar ao máximo algo ou alguém.

Não fui eu que defini, está no dicionário. Mas nem eu diria melhor...ou sim?

Mina não quer dar demasiada importância a um acto isolado, mas a significância do acontecimento insere-me numa classe à qual não pertencia, pelo menos, até ao passado fim de semana.

Não será fácil explicar sem ser tendenciosa e emocional, mas diz quem sabe, que dar demasiada importância não é saudável. Acredito. O que interessa é seguir o padrão, já que não sei ainda como sobreviver a uma curte. Continuo a achar que o termo é bastante vulgar e não me imagino a reincidir, mas também não nego à partida uma ciência que agora conheço.

A julgar pelo passado recente, Mina estaria ainda em clausura. A verdade é que alguém despertou algo em mim que não só desconhecia, como achava tremendamente improvável. Cada qual sente-se como bem quer e pode, mas a minha espontaneidade nunca dantes tinha sido canalizada para algo tão pouco pensado.

Sim, Mina racionaliza tudo e tenta não ser apanhada na pecado que é o corpo não ceder à carne. Porém, há circunstâncias incontornáveis, e foi precisamente nesse vortex que me deixei sumir. No regrets, maximum gain. E mais não se justifica dizer, só sentir...moderadamente.

Analisada a efeméride, resta tomar-me o pulso com frequência e não deixar que a consequência alastre. Qual consequência?! Agora não sei.

E é assim que se verbaliza algo que de explicável, tem muito pouco.

...
Mina*


domingo, 29 de abril de 2012

Melro que és


Efeméride!!

Em Abril, cavalgando para mim?

Aguardando, não assim tão impacientemente...
Mina*

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Métodos depois...

Olá olá a quem ainda não desistiu de ver se Mina posta algo!

Pois é, tenho estado em trabalhos...daqueles que ocupam o corpo e, principalmente, o espírito. E já agora, que dão uma nota na pauta entre 14 e 17. Muito optimista! Merecido, sem dúvida.

Para aprovação destes meus esforços académicos, um grego e um israelita. Já para não falar de apresentações bem fundamentadas nessa língua que não é mãe, é madrasta...o inglês. Quem diria, Mina, que ias ser tão internacional ao estudar na University of Madeira!

São 3h30 da manhã, o que não parece verdade pela hora que marca o 'posted', mas sim, voltei aos nocturnos de Chopin. Por muito que queira render à luz solar, a artificial é-me muito mais apelativa e inspiradora. Além disso, trabalhar sob pressão, a poucas horas de uma entrega, é bem mais eficaz que ter tudo sob controle. Quis contrariar a tendência, mas nada como uma noite pouco e mal dormida, para evidenciar a minha má gestão de tempo e esforço. Resulta, so far!

Quem me lê pergunta porque não tenho sido mais assíduo nas minhas blogalhadas. Afirmo sempre que estou bem melhor animicamente e por isso não tenho necessidade de prosar. O que agora constato, é que não é de todo verdade, até porque aqui estou eu, cheia de ganas e correspondentemente, apta para uma redacção. Surpreendes-me, Mina!

A verdade é que os extremos propiciam estes momentos de Nobel da Literatura. A euforia é tão eficaz quanto o lodo, e eis-me aqui a fintar o sono e o cansaço, trabalho feito e enviado e, ainda assim, pestana leve. Seria muito bom, se não prejudicial ao meu bem estar matinal que já de natureza não é de todo bem.
Mina sente-se bem. E disse!

Para Evan, com dedicação,
Mina*