quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Conjugações sobre o sentar - Mina senta-se mal




Acabadinho de sair e já em execução (...)

sim, eu sei que deveria estar a pesquisar as cadeiras que constam na proposta de trabalho, mas não resisti a verificar se alguma alminha já se teria atrevido a fazer uma Mina cadeira. E não é que sim?! Reparem:



...entre outras!!

Ainda assim, achei de pensar muito à frente e antecipar a minha própria obra, à qual daria o nome de Mina Chair 22 (que para quem não se lembra, é o meu número fetiche), quando me deparo com esta senhora:



...a Mina Dining Chair - 22!! O drama!!

E agora...como te sento?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Capuchinho Vermelho




A Mina versão

Era uma vez uma linda menina que vivia numa aldeia do bosque e de quem todos gostavam muito por ser muito boa e simpática.
Um dia a mãe fez-lhe um capucho vermelho para ela levar para a escola. No trajecto e como era hábito, a menina cumprimentava os animaizinhos, pois conhecia-os e era amiga de todos. Ao vê-la tão bonita com o seu novo capucho eles começaram a tratá-la por Capuchinho Vermelho.
(...)
Capuchinho, depois de muito caminhar, pois viera pelo caminho mais longo, chegou finalmente a casa da avó e ficou muito surpreendida por encontrar a porta aberta.
- Bom dia. Está alguém em casa? - perguntou ao entrar.
Como ninguém lhe respondeu, dirigiu-se ao quarto e aproximando-se da cama, não reconheceu o lobo, pois ele estava disfarçado com as roupas da avózinha. Notou contudo que havia algo diferente e perguntou:
- Avózinha, porque tens umas orelhas tão grandes?
- São para te ouvir melhor.
- E porque tens uns olhos tão grandes?
- São para te ver melhor.
- E os teus braços, porque são tão grandes?
- São para te abraçar melhor.
- E porque tens uma boca amplitude tão grande?
- É para te comer.

(to be continued...)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mina Love ou hoje não


Chegou o dia!!
À vossa direita: Mina - crista levantada, anti-valentine, não quero flores, nem bombons e muito menos peluches.
Do vosso lado direito: Mina - crista baixa, nhonhó, quero flores, bombons e peluches.

Declaro empate técnico e ainda nem comecei. É mais fácil e fico já com as penas todas...pode vir a dar jeito. Parece que a moda agora é navajo e tudo o que tenha que ver com os índios. Que bem! Agora já posso fazer pendant quando ouvir celine dion e kenny g. tocado com aquelas flautas manhosas. Eu sabia que um dia este cd ia ser de valor! Só não sei se o uso como statement necklace ou clutch.

Aah sim, os galos. Pois, nenhum deles ganha. De facto, estou numa situação em que não consigo me identificar com as partes. Se por um lado considero repelente, todo e qualquer acto não espontâneo, lamechas e comercial e sempre o apregoei agudo, por outro, estou a esgravatar em mim, uma realidade que não dá para negar. Am i getting soft? Tenho medo. Talvez volte a negar.

Creio que para melhor entendimento deste particular, terei de buscar um reprimidinho. E bem lá no fundo do liceu, acho que encontrei a despoletadora de tanta azia: a professora de oficinas. Porquê? A dita cuja senhora, teve a infelicidade de me desafiar publicamente! (Talvez nada tão dramático assim, mas que para mim era tão grave quanto uma borbulha no nariz.) E que fiz eu, coitada? Ora, achei por bem verbalizar, que o dia dos namorados era uma aldrabice pegada, um engana mundos, quiçá o anticristo! É claro que quem topava o meu encalhanço, disse logo que eu não estava a falar com propriedade, porque desconhecia, de todo, o ritual de dar e receber. Verdade, sim senhor, mas e daí? A minha argumentação foi, nada menos que brilhante!

"Um dia ainda hei-de vê-la na rua, agarradinha ao namorado e derretida a trocar essas coisas que diz que não gosta."
Obviamente, não estou a citar a Florbela nem o Fernando. Foi ela! Ela é a culpada por eu ter aceite o desafio de nunca e jamais celebrar este dia. E se se perguntam o que tem de tão grave...também não sei. Na altura, dito naquele tom jocoso, só tive reacção para amaldiçoar o Sr. Valentim e creio ter articulado um "Isso é o que vamos ver".

Ok ok, visto à luz do meu entendimento actual, é ridículo. E ainda assim demorou a processar. Em quatro dias catorze de fevereiro que passei com o meu pretérito, fiz questão de me blindar para todo e qualquer objecto, acto ou intenção que pudesse por em causa a minha convicção. Não sei o que ele pensou, mas sei que o que eu queria mesmo dizer era: 'não me dês nada que eu não esteja à espera porque vou morrer de vergonha e fico sem jeito, e depois vou adorar e me derreter e querer dar-te também e vergonha outra vez e não sei o que dizer e continuaria a adorar e a querer mais e...odeio-te.'. Duuuuuuh...não sei como ele não percebeu!

(Já agora, aviso à navegação: se algum dia eu voltar a dizer estas tretas ou qualquer outra coisa do género, por favor, atirem-me contra a parede e...you know!!)

Então, Mina, isso quer dizer que perdoas a (talvez já reformada e com cortes significativos na reforma) professora? NÃO!

Que reconheces, que não foi assim tão brilhante essa tua anti-coisa e que estás disponível para dar e receber nhonhózices num futuro próximo? NÃO!

Aceitas que este dia seja celebrado pelos comuns mortais, sem te reservares o direito de comentar, depreciativamente, os comportamentos a respeito? NÃO!

Perceberam? Se são mulheres, provavelmente sim. Se são homens, definitivamente não.

Ou então eu é que sou a tonta, querem ver?


"I don't understand why Cupid was chosen to represent Valentine's Day. When I think about romance, the last thing on my mind is a short, chubby toddler coming at me with a weapon." (Desconhecido)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Mina morre para o Carnaval #1 (actualizado em PC)


Amigos palhaços e palhaças...já nāo brinco mais.

Que disposição ridícula foi esta? O que me fez pensar que ia conseguir suportar um personagem tão mal amanhado? Desde quando me apetece agregar às multidões eufóricas e descontroladas? Bem sei, a descontrolada fui eu.

Sem querer escarafunchar a coisa, mas legitimamente tentando uma explicação para as massas...foi horrível. Perdoem-me, desde já, as folionas que me acompanharam. Não são vocês, sou eu. Eu, bicho de um buraco onde não imagino diversão em troca de bebida, dança ou qualquer outra manifestação que implique mexer mais o corpo que a psique. E não é nada de estranhar, principalmente quando já por muitas vezes me reservei no direito de não comemorar, activamente, umas quantas ocasiões festivas.

O grande engano, desta vez, foi que...pasmem-se...apeteceu-me! Mina fez planos para uma saída ensemble, com tudo incluído e do mais que viesse à descrição! Houve pensamento, dedicação, investimento e concretização...e então?

O grande why, não me atrevo. É justa causa para internamento psiquiátrico, no mínimo. Ou então, sei lá! O que sei é que fui uma pain in the ass, hemorróida que podia muito bem ter evitado. Ou não, pois desta vez, o surto deu-se imediatamente antes da efectiva saída. Que feio, cabra que fui.

E como se não bastasse a vontade de me alfinetar toda e aos presentes, eis que uma emergência catita me faz voltar ao elemento e abandonar o bataclan. Ouvi os meus pés gritarem de agradecimento. Corri para ti, wingwoman!!

Foi mau. E sabem o que teria sido ainda pior?...do alto do meu egoísmo, achar que havia uma nesguita de possibilidade de ser co-pilotada, again! Só que não pensei, muito pelo contrário. Fiquei aliviada...era só isso? BAH! Conclusão: tudo está bem, quando acaba bem. Ou quando não acaba. Ou não acaba, e ainda bem. É bom e é real. Aguenta-te lá com isso. (Atenção: conclusão só possível após esclarecimento dos factos que despoletaram a crise. Até a mim, na altura, caiu-me o queixo três andares.)

Mas há mais!!...a noite ainda não estava acabada. Muito menos trovejante e com uma estranha determinação, lá voltei eu ao local do crime. Duas opções: esperar que batesse a retirada ou ser uma valente e dar-me uma segunda oportunidade. Double BAH! Mais um engano. Que deslocamento, meu deus....que falta de palavra ou acção que me igualasse em grau, a todos os que ali estavam. Só queria não ter de estar...de ser. Vamos?

E lá fomos...parecia mentira que aquilo estivesse acabado. Não estava. Foi preciso dois dias metida no vale dos meus lençóis. Auflagelação. Vergonha. Tristeza. Arrependimento. Lodo. Obrigada pela visita...já estranhava a vossa ausência.

Estou convalescente e prestes a mandar este tablet, demoníaco de se escrever, para o ******* (sim, vulgo órgão sexual masculino elevado à potência ordinária).

Enfim...Mina culpa, Mina tão grande culpa.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Mina acorda para o Carnaval #1

Carnaval 2013
Tema: Burlesco mais ou menos Bataclan mas muito menos kenga
Inspiração: Leland Bobbé’s “The Nudie Artist: Burlesque Revived”







E pensar que ainda considerei ir de Mikado...

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Anda comigo ver os aviões


'Uma vez que você tenha experimentado voar, você andará pela terra com seus olhos voltados para o céu, pois lá você esteve e para lá você desejará voltar.'
Leonardo da Vinci


Deve ser síndrome de ilhéu...Mina tem saudades de voar e nada de figurativo. Andar de avião, mesmo.

No outro dia fui ver uns passarinhos de ferro ao aeroporto. Não sei porquê, mas aquele cheiro a combustível e borracha queimada fascina-me. De nada ajuda ter um familiar que trabalha num escritório chamado cabine e a quem pergunto com naturalidade 'Vais voar?'.

Dos tempos de infância, lembro de vê-la chegar com o trolley cheio e lançar-me de cabeça pa refundiar até encontrar aquela garrafa de Pepsi, aquele sumo da Libby's, os pacotinhos azuis com três bolachas da DanCake e, o quê?...toalhetes refrescantes? Já percebo porque acabaste, Air Atlantis. Hoje és TAP e a tua mala de porão continua a ser deveras interessante, especialmente depois de uma estadia em Londres.

Saudosa que sou. Lembrei-me, agora, do must que era ir com o meu pai ao aeroporto, buscar os meus irmãos que estavam a estudar no Continente. Foram tantos os natais, páscoas e férias grandes e sempre a mesma emoção de perguntar ao segurança se podia passar para o outro lado, para a recolha da bagagem e abraçá-los primeiro que todos! É claro que o que queria mesmo mesmo era empurrar o carrinho e fingir que era eu a chegar de viagem. Eu sei, que engano!

Anos mais tarde, era eu a empurrar o carrinho de verdade, mas desta vez, não estavam lá todos. A mais nova dos cinco será sempre a fora de tempo, a que não percebe porque estava cá quando todos estavam lá e lá quando todos cá. E pensar que já tinha ultrapassado o trauma! Por favor, relevem.

Entretanto, vou voltar a olhar para cima e fascinar-me. Imaginem o que é estar em casa e saber a que altitude vai aquele Portugália! Ok ok, eu não passo a vida a ver o radar, mas não é fantástico?


E se agora pensar nestes amarelinhos e nos laranjinhas com delay, e que lá dentro vão pessoas, umas acagaçadas, outras a dormir, outras nem aí...que tudo está a ser controlado ao pormenor e que funciona, assim, todos os dias e nem darmos conta. Mina dá...e é um milagre lindo!!


Overwhelming!!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Passatempo 'Mina + 1'


Mais cedo ou mais tarde tinha de acontecer: ESTOU DESESPERADA!...

...e tudo se precipitou quando vi estes cadernos da Lifestories.




Serei a única a penitenciar-se, nestes moldes, por não ter um 'plus one' para oferecer 'um dos'? Reparem nos ditos cujos: 'it takes 2', que é como quem diz 'aqui tens um caderninho para ti e outro para o teu agregado'. E como se não bastasse, o objectivo é escrever umas quantas baboseiras e depois trocarem de caderno...pa ver o que cada um escreveu! A sério? Cessem já os meus sinais vitais porque não quero mais ser ímpar.

É isso ou lançar já aqui o desafio: QUEM QUER O CADERNINHO DE MINA? Please?!

(Antecipando, mais um da tia Florbela, sempre oportuna)

'E há cem anos que eu fui nova e linda!…
E a minha boca morta grita ainda:
“Por que chegaste tarde, Ó meu Amor?!…”'