quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Mina morre para o Carnaval #1 (actualizado em PC)


Amigos palhaços e palhaças...já nāo brinco mais.

Que disposição ridícula foi esta? O que me fez pensar que ia conseguir suportar um personagem tão mal amanhado? Desde quando me apetece agregar às multidões eufóricas e descontroladas? Bem sei, a descontrolada fui eu.

Sem querer escarafunchar a coisa, mas legitimamente tentando uma explicação para as massas...foi horrível. Perdoem-me, desde já, as folionas que me acompanharam. Não são vocês, sou eu. Eu, bicho de um buraco onde não imagino diversão em troca de bebida, dança ou qualquer outra manifestação que implique mexer mais o corpo que a psique. E não é nada de estranhar, principalmente quando já por muitas vezes me reservei no direito de não comemorar, activamente, umas quantas ocasiões festivas.

O grande engano, desta vez, foi que...pasmem-se...apeteceu-me! Mina fez planos para uma saída ensemble, com tudo incluído e do mais que viesse à descrição! Houve pensamento, dedicação, investimento e concretização...e então?

O grande why, não me atrevo. É justa causa para internamento psiquiátrico, no mínimo. Ou então, sei lá! O que sei é que fui uma pain in the ass, hemorróida que podia muito bem ter evitado. Ou não, pois desta vez, o surto deu-se imediatamente antes da efectiva saída. Que feio, cabra que fui.

E como se não bastasse a vontade de me alfinetar toda e aos presentes, eis que uma emergência catita me faz voltar ao elemento e abandonar o bataclan. Ouvi os meus pés gritarem de agradecimento. Corri para ti, wingwoman!!

Foi mau. E sabem o que teria sido ainda pior?...do alto do meu egoísmo, achar que havia uma nesguita de possibilidade de ser co-pilotada, again! Só que não pensei, muito pelo contrário. Fiquei aliviada...era só isso? BAH! Conclusão: tudo está bem, quando acaba bem. Ou quando não acaba. Ou não acaba, e ainda bem. É bom e é real. Aguenta-te lá com isso. (Atenção: conclusão só possível após esclarecimento dos factos que despoletaram a crise. Até a mim, na altura, caiu-me o queixo três andares.)

Mas há mais!!...a noite ainda não estava acabada. Muito menos trovejante e com uma estranha determinação, lá voltei eu ao local do crime. Duas opções: esperar que batesse a retirada ou ser uma valente e dar-me uma segunda oportunidade. Double BAH! Mais um engano. Que deslocamento, meu deus....que falta de palavra ou acção que me igualasse em grau, a todos os que ali estavam. Só queria não ter de estar...de ser. Vamos?

E lá fomos...parecia mentira que aquilo estivesse acabado. Não estava. Foi preciso dois dias metida no vale dos meus lençóis. Auflagelação. Vergonha. Tristeza. Arrependimento. Lodo. Obrigada pela visita...já estranhava a vossa ausência.

Estou convalescente e prestes a mandar este tablet, demoníaco de se escrever, para o ******* (sim, vulgo órgão sexual masculino elevado à potência ordinária).

Enfim...Mina culpa, Mina tão grande culpa.

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