Caríssimos, estou que não estou. E não vou explicar.
Pensei que o post de hoje ia ser dramático, mas pasmem-se...não é! Aliás, nem me apetece muito falar do assunto, tão pouco tocante que foi.
Hoje vi o meu pretérito e sua presente...pela primeira vez!! (Recordo que não o via desde o aguaceiro que foi aquele último encontro, faz meses...)
Agora perguntem-me...o que senti? E agora eu penso (...) entretanto passaram-se alguns minutos e ainda não consegui definir. Procuro uma metáfora suficientemente representativa, mas não alcancei. Se disser que foi nada, estaria a mentir, mas foi tão perto de nada que palavra não o diz. Aliás, foi tão pouco que passo ao parágrafo seguinte, que foi o que me trouxe aqui.
Atenção! Não quero com isto dizer que o facto de ter tido um agregamento há poucos dias tornou-se a minha causa, mas é a consequência disso que me faz sentir bem, mesmo não tendo a correspondência que a curiosidade me pede com insistência.
Por isso, e sem ter que dispensar o porquinho trufador, vou pedir-lhe que chafurde muito bem e que tome o seu tempo. E que só volte quando tiver o mais precioso prémio para mim.
Se ainda ontem cedi à emoção, hoje confino-me ao conforto que é estar assim, sem mais. E no entanto, tudo tudo!!
E para que não me tomes por ingrata, caro universo, eu percebi e agradeço. E, principalmente, confio. És tu e o porquinho. MAKE IT WORK!!
Bem e porcamente,
Minaa
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