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(Gíria) Gozar, desfrutar com grande prazer de algo, apreciar em alto grau, aproveitar ao máximo algo ou alguém.
Não fui eu que defini, está no dicionário. Mas nem eu diria melhor...ou sim?
Mina não quer dar demasiada importância a um acto isolado, mas a significância do acontecimento insere-me numa classe à qual não pertencia, pelo menos, até ao passado fim de semana.
Não será fácil explicar sem ser tendenciosa e emocional, mas diz quem sabe, que dar demasiada importância não é saudável. Acredito. O que interessa é seguir o padrão, já que não sei ainda como sobreviver a uma curte. Continuo a achar que o termo é bastante vulgar e não me imagino a reincidir, mas também não nego à partida uma ciência que agora conheço.
A julgar pelo passado recente, Mina estaria ainda em clausura. A verdade é que alguém despertou algo em mim que não só desconhecia, como achava tremendamente improvável. Cada qual sente-se como bem quer e pode, mas a minha espontaneidade nunca dantes tinha sido canalizada para algo tão pouco pensado.
Sim, Mina racionaliza tudo e tenta não ser apanhada na pecado que é o corpo não ceder à carne. Porém, há circunstâncias incontornáveis, e foi precisamente nesse vortex que me deixei sumir. No regrets, maximum gain. E mais não se justifica dizer, só sentir...moderadamente.
Analisada a efeméride, resta tomar-me o pulso com frequência e não deixar que a consequência alastre. Qual consequência?! Agora não sei.
E é assim que se verbaliza algo que de explicável, tem muito pouco.
...
Mina*
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